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NOTÍCIASTop 100 DJs da Clímax

Escrito por em Maio 28, 2024

Top 100 DJs da Clímax: Ranking Baseado em Dados

Durante a Miami Music Week, a Clímax realizou recentemente a segunda edição de seu objetivo Top 100

Dentro do universo musical, os rankings costumam ser bastante polêmicos. Afinal, tem muita coisa em jogo nessa eleição de popularidade, que costuma permitir uma grande quantidade de votos por pessoa, gerando às vezes desequilíbrios que não refletem a realidade.

Pensando nisso, a Clímax, empresa da ex-apresentadora de TV italiana Gioia Marzocchi e da empreendedora, board member e planejadora financeira Annalisa Blando, criou um Top 100 de DJs baseado única e exclusivamente em um algoritmo, que condensa dados objetivos, como números de streamings nas plataformas e seguidores nas redes sociais.

“Desde o início, sentimos a necessidade de um ranking de DJs que respeitasse a arte e os resultados reais ditados pelo apoio dos fãs. Clímax nasceu de uma necessidade: usar algoritmos para ter um ranking baseado em dados que simplesmente refletem os gostos dos amantes da música eletrônica em todos os seus gêneros”, disse Gioia, que também é CEO da Origami Management.

Depois de uma primeira edição bem-sucedida no ano passado, que premiou os 100 maiores DJs de 2022 em todo o mundo, rolou ao final de março o segundo Clímax Top 100, correspondente a 2023. A cerimônia rolou no Kimpton Angler’s Hotel, em Miami, durante a Miami Music Week, com a presença de artistas como Christoph, Claptone, Purple Disco Machine e os brasileiros Öwnboss e VINNE.

 

O Top 100

Como era de se esperar o Top 100 mistura diversos estilos, propostas e nichos diferentes. O grande vencedor foi David Guetta, seguido por Tiësto Calvin Harris no pódio. Alok (#9), Vintage Culture (#27), Mochakk (#76) e Sevenn (#79) representam o Brasil na lista.

Veja o Top 10:

1. David Guetta
2. Tiësto
3. Calvin Harris
4. Skrillex
5. Alan Walker
6. Marshmello
7. DJ Snake
8. The Chainsmokers
9. Alok
10. Robin Schulz

Acesse aqui para ver o Top 100 na íntegra.

O algoritmo

E afinal de contas, como funciona esse tal algoritmo para chegar em seus resultados finais? Trata-se, basicamente, de um sistema que usa dados de plataformas de streaming e rankings para criar uma lista de classificação de artistas ou músicas com base em 14 parâmetros diferentes. Esses parâmetros são extraídos de 11 plataformas durante o recorte de todos os dias do ano em questão — de 01/01 a 31/12.

Para começar, os dados são coletados de várias plataformas, como Spotify, YouTube, Soundcloud, Tidal, Amazon Music, Apple Music e TikTok. Esses dados incluem informações como o número de seguidores ganhos no Instagram ao longo de 365 dias, suporte obtido no 1001 Tracklists durante o mesmo período, reproduções totais no Spotify, novos seguidores no Spotify, visualizações e novos inscritos no YouTube, reproduções e novos seguidores no Soundcloud, posição nos charts de Tidal, Amazon e Apple Music, visualizações no TikTok, buscas no Shazam e pontuação no Beatstats.

Após a coleta dos dados, eles são normalizados usando a técnica min-max, o que significa que os valores são ajustados para uma escala comum para que possam ser comparáveis ​​entre si. Isso é importante porque cada plataforma pode ter escalas de dados diferentes.

Em seguida, é realizada uma soma ponderada desses valores normalizados. Isso significa que certas plataformas podem ter mais peso na classificação final do que outras, dependendo de quão importantes são consideradas. Por exemplo, o número de reproduções no Spotify pode ser mais influente do que o número de seguidores no Soundcloud.

A pontuação final resultante é o que forma o Top 100 da Clímax. Quanto mais alto o número de pontos, melhor a posição no ranking.

 

 


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